<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396</id><updated>2011-06-06T16:44:40.832-07:00</updated><category term='Música'/><category term='Televisão'/><category term='Livros e HQs'/><category term='Cinema'/><title type='text'>Papel Moderno</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Cadu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02942293379451012224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-4297181582977495941</id><published>2008-03-07T20:13:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:22.118-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>A arte de se fazer cinema pop-cult</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R9IUsvCVQ2I/AAAAAAAAAGo/tQwQnEbUleM/s1600-h/ellenpage+burger+phone.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175221680575169378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R9IUsvCVQ2I/AAAAAAAAAGo/tQwQnEbUleM/s400/ellenpage+burger+phone.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;O burguer-phone virou febre nos EUA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Juno” está sendo considerado o “Pequena Miss Sunshine” desta temporada. Isso porque é um filme de baixo orçamento (US$ 7,5 milhões) que se tornou sucesso de bilheteria (já arrecadou mais de US$ 113 milhões). Tal qual “Miss Sunshine”, o filme possui uma boa história e é conduzido de forma competente sem cair na cretinice de algumas produções de grande orçamento que povoam os cinemas todo ano. É o tipo de filme levinho, fofinho que te prende do início ao fim. Sem querer ser machista, mas já sendo, é o típico “filme de menina”. E não há nenhum demérito nisso.&lt;br /&gt;O filme conta a história de Juno MacGuff, uma garota de 16 anos que engravida de seu melhor amigo após uma noite em que os hormônios falaram mais alto. Sabendo que não tem estrutura nenhuma para ser mãe de alguém e muito menos para praticar um aborto, a menina resolve doar a criança a um casal disposto a adotar o rebento.&lt;br /&gt;O tema não é dos mais engraçados. Se pararmos para pensar, é até meio pesado. No entanto, o diretor Jason Reitman (do genial “Obrigado por Fumar”) faz com que tal dramaticidade não tenha vez no filme. E é aí que ele ganha pontos. Nos EUA, muita gente (leia-se: a crítica) ficou espantado com o filme por pensar que não existiam garotas como Juno na América. Não pelo fato de ela ser uma adolescente grávida que tenta doar o filho, mas sim pelo fato de a personagem ser super inteligente e ser totalmente diferente do adolescente médio dos EUA. E a graça do filme está toda aí. &lt;/div&gt;&lt;div align="left"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175224463713977218" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R9IXOvCVQ4I/AAAAAAAAAG4/aMB8OaOdnoQ/s400/junophoto.jpg" border="0" /&gt; &lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Interpretado brilhantemente pela encantadora Ellen Page, Juno é uma garota que faz questão de ser diferente, de destoar do todo. Toda desleixada, vestindo calça jeans e tênis all star, por vezes, ela até se assemelha na tela a um menino com seus maneirismos que ora lembram a tribo dos skatistas ora a de qualquer grupinho grunge dos anos 90.&lt;br /&gt;As referências pop não param aí. Elas aparecem durante todo o filme seja pela parte visual, cheia de cores e personagens de visual pop-kistch seja pelo roteiro espertíssimo cheio de referências a bandas, discos e filmes. Não é a toa que sua roteirista (a ex-stripper Diablo Cody) venceu o Oscar deste ano na categoria de melhor roteiro (o filme recebeu 4 indicações, inclusive melhor atriz para Ellen Page – que acabara de completar 21 anos de idade).&lt;br /&gt;É o tipo de filme que nasceu para ser pop. Foi pensado para se tornar febre. Cada frase matadora saída da boca de sua personagem principal foi criada para se tornar um bordão entre aqueles que assistem ao filme. Desde o telefone em formato de hambúrguer que Juno tem no quarto à roupinha de ginástica bizarra de Paulie Bleeker (o pai do bebê em questão), passando pela trilha sonora cheia de músicas fofinhas, foram pensados para se tornarem objetos de culto. E conseguem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Juno” encontra pares em filmes como “Amélie Poulain”, “O Cheiro do Ralo”, “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”, os de Wes Anderson (especialmente “Os Excêntricos Tennembauns”) e os de Sofia Coppola (“Encontros e Desencontros” e “Maria Antonieta”, principalmente). Todos possuem em sua fórmula os mesmos deliciosos ingredientes capazes de fazer com que se tornem os “queridinhos” na cinemateca de todo apaixonado por filmes simples e de boas histórias. Conseguem arrumar um lugarzinho no hall dos filmes que serão sempre lembrados por sua originalidade, delicadeza e sagacidade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R9IYGfCVQ6I/AAAAAAAAAHI/tlLOFTuxPx8/s1600-h/juno-poster2-big.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5175225421491684258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R9IYGfCVQ6I/AAAAAAAAAHI/tlLOFTuxPx8/s200/juno-poster2-big.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Juno&lt;/strong&gt; (2007)&lt;br /&gt;Dir.: Jason Reitman&lt;br /&gt;&lt;p align="left"&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/nBDbUVXXp-U"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/nBDbUVXXp-U" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-4297181582977495941?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/4297181582977495941/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=4297181582977495941' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/4297181582977495941'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/4297181582977495941'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/03/arte-de-se-fazer-cinema-pop-cult.html' title='A arte de se fazer cinema pop-cult'/><author><name>Cadu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02942293379451012224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R9IUsvCVQ2I/AAAAAAAAAGo/tQwQnEbUleM/s72-c/ellenpage+burger+phone.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-1006976466566562780</id><published>2008-03-07T20:12:00.000-08:00</published><updated>2008-03-07T21:03:42.053-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Trilha de Juno faz muito marmanjo dobrar os joelhos</title><content type='html'>&lt;a href="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51yy1EBUemL._SS500_.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://ecx.images-amazon.com/images/I/51yy1EBUemL._SS500_.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; .&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;Durante a pré-produção de “Juno”, o diretor Jason Reitman quebrava a cabeça para tentar definir qual linha a trilha sonora do filme iria seguir. Foi então que perguntou a Ellen Page, protagonista do filme, que tipo de música ela ouvia quando tinha 16 anos. “The Moldy Peaches”, ela respondeu. Após ouvir a dica da moça o diretor gostou tanto do som que convidou Kimya Dawson, a metade feminina do Moldy Peaches, para fazer a curadoria de músicas da produção. Dito isto, dá para se ter uma noção de como é a trilha do filme, ou seja, cheia de músicas “desconhecidas”. Afinal, quem diabo é Kimya Dawson? Quem é Moldy Peaches?&lt;br /&gt;Quase que totalmente desconhecidos do grande público, Dawson e seu Moldy Peaches alcançaram com o filme um grau de popularidade impensável para uma minúscula banda indie que já existia desde a virada dos anos 90 para os anos 2000.&lt;br /&gt;Dawson fundou o Moldy Peaches ao lado de Adam Green, seu parceiro de composição, em meados da década de 90. Em 2001 conseguiram um contrato com o lendário selo Rough Trade para a distribuição de seus discos no Reino Unido e excursionaram abrindo para os Strokes. Em julho de 2003, Aaron Wilkinson, o guitarrista da banda morre por overdose de heroína e força a banda a dar um tempo. Inclusive, “Room on Fire”, o terceiro disco dos Strokes é dedicado à memória de Wilkinson. Após o fato trágico, tanto Kimya Dawson quanto Adam Green se lançam em carreiras solo. Isso não impediu que certo culto a sua antiga banda fosse crescendo nos subterrâneos do mundo indie fazendo o grupo ser citado como influência por várias bandas emergentes (especialmente as inglesas). Pete Doherty e seu Libertines se declaravam fãs dos Peaches e constantemente tocavam músicas ou dividiam o palco com algum ex-integrante da banda.&lt;br /&gt;O folk “fofinho” do Moldy Peaches (representado pela deliciosa e grudenta “Anyone Else But You”) é acompanhado por outras músicas de artistas igualmente “fofinhos” e desconhecidos tais como Antsy Pants, Barry Louis Polisar, Mott the Hoople (em excelente versão de “All the Young Dudes”) e a própria Kimya Dawson com cinco canções. Na ala dos mais famosos estão Buddy Holly, Cat Power (fase “Moon Pix”), Belle &amp;amp; Sebastian, The Kinks e Velvet Underground. Repertório tão bom rendeu ao disco o primeiro lugar na Billboard, desbancando Alicia Keys. Fato raro para uma trilha sonora de filme.&lt;br /&gt;Durante o filme, em uma das melhores cenas, a personagem principal comete a heresia de chamar Sonic Youth de “apenas barulho”. Ironicamente, na trilha eles aparecem com sua versão classuda para a breguinha “Superstar”, dos Carpenters. Outra coisa legal no filme é que as músicas realmente ajudam a contar a história. Não estão ali apenas como pano de fundo para determinada cena. A música é tocada com em volume alto de forma a fazer com que a platéia perceba a razão de ela ter sido inserida ali, naquele momento.&lt;br /&gt;Enfim, a trilha segue a mesma linha pop-cult-indie do filme. Ideal como presente de dia dos namorados ou para aquela pessoa de quem se gosta. O dueto que Ellen Page e Michael Cera fazem de “Anyone Else But You” é apenas a cereja do bolo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Faixas:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;01. Barry Louis Polisar - All I Want Is You&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;02. Kimya Dawson - My Rollercoaster&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;03. The Kinks - A Well Respected Man&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;04. Buddy Holly - Dearest&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;05. Mateo Messina - Up The Sprout&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;06. Kimya Dawson - Tire Swing&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;07. Belle &amp;amp; Sebastian - Piazza, New York Catcher&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;08. Kimya Dawson - Loose Lips&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;09. Sonic Youth - Superstar&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;10. Kimya Dawson - Sleep&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;11. Belle &amp;amp; Sebastian - Expectations&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;12. Mott The Hoople - All The Young Dudes&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;13. Kimya Dawson - So Nice So Smart&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;14. Cat Power - Sea Of Love&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;15. Kimya Dawson &amp;amp; Antsy Pants - Tree Hugger&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;16. The Velvet Underground - I'm Sticking With You&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;17. The Moldy Peaches - Anyone Else But You&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;18. Antsy Pants - Vampire&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;19. Michael Cera &amp;amp; Ellen Page - Anyone Else But You&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/BFff-FekFWU"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/BFff-FekFWU" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-1006976466566562780?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/1006976466566562780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=1006976466566562780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/1006976466566562780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/1006976466566562780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/03/trilha-de-juno-faz-muito-marmanjo.html' title='Trilha de Juno faz muito marmanjo dobrar os joelhos'/><author><name>Cadu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02942293379451012224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-9144387952381926118</id><published>2008-03-03T18:34:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:22.428-08:00</updated><title type='text'>O conto de fadas na era moderna</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R8y3qOkesKI/AAAAAAAAAE8/MftRFhHHzCo/s1600-h/3214.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Ao terminar de assistir &lt;strong&gt;O Labirinto do Fauno&lt;/strong&gt; [&lt;em&gt;El Laberinto del Fauno&lt;/em&gt;, Guillermo del Toro, 2006] muita gente pode se sentir com uma pontadinha de depressão. Não dá pra esperar nada além disso, afinal de contas, &lt;em&gt;Labirinto&lt;/em&gt; é um conto de fadas. E não se engane, esse é o conto de fadas em sua concepção original.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conto de fadas original não é aquele que seu pai e sua mãe costumavam contar pra você na hora de dormir – aquelas cheias de princesas, príncipes e o diabo a quatro - onde no final tudo acaba bem. Nada disso. O conto de fadas original foi criado na idade média, onde os panos de fundo mais comuns eram fome, guerra e miséria. Eram, na realidade, histórias de terror. Não é a toa que a classificação etária para esse filme é 16 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não estamos na Idade Média. Estamos no século XX. E Guillermo del Toro nos conta a história de uma garota que é fascinada por histórias de fantasia e que na Espanha de 1944 é levada para a casa de seu padrasto, um oficial militar fascista subordinado do general Franco. E nesse caso fica fácil perceber que a madrasta cruel dos clássicos foi substituído por um padrasto inescrupuloso.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173710848394178706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R8y2mukesJI/AAAAAAAAAE0/zunuHknqGfA/s320/15869.jpg" border="0" /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;                                                                        O amigo... da onça&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A tal casa fica em uma floresta, e nessa floresta existe um labirinto de pedras. E é nesse labirinto de pedras que Ofélia encontra pela primeira vez o Fauno. Faça as contas: uma garota sem amigos, isolada do mundo por uma vasta floresta em um período de guerra. Não fica difícil perceber que tudo o que a garota precisava era um amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E aí o clima do filme – que já era dark – cai em trevas quase que profundas. O Fauno além de se mostrar amigo, a reverencia como uma princesa de um reino subterrâneo. E a entidade lhe passa três tarefas para que ela pudesse ser levada ao seu reino. E uma garota ingênua como a nossa Ofélia vai sempre ficar encantada com uma coisa dessas e vai cumprir as três tarefas com o maior prazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nessa hora que a gente percebe que Guillermo del Toro é um monstro. No roteiro é possível encontrar elementos de contos famosos, como &lt;em&gt;João e Maria&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Alice no País das Maravilhas&lt;/em&gt; [que eu só fui perceber depois de uma forçinha] e as famosas histórias dos sapos que beijam as princesas. E a maneira como Del Toro separa os mundos real e fantástico e aos poucos vai os fundindo é simplesmente sensacional. E, sempre lembrando que como esse é um conto de fadas original, as coisas ficam complicadas para a nossa protagonista, interpretada muitíssimo bem pela jovem Ivana Baquero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falando em questões técnicas, a coisa vai melhor ainda. A fotografia do filme é qualquer coisa de sensacional, conduzindo o filme eficientemente da maneira como ele foi pensado pra ser - dark. O roteiro, pelo que já pude dizer, é genial [e não ganhou o Oscar, mas o Oscar já ficou caduco há tempos]. Os cenários são de cair o queixo. E esse é um filme essencialmente latino: falado integralmente em espanhol e sendo uma produção México / Espanha, o que é inspirador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É difícil explicar por que é que o filme se tornou sucesso de público e de crítica, afinal é um conto de fadas. Mas é um conto de fadas genial. Também não é exagero dizer que o filme atingiu o status de obra de arte. Uma obra de arte que pode [talvez] encontrar alguma semelhança distante em &lt;em&gt;Os Irmãos Grimm&lt;/em&gt;, de Terry Gilliam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao terminar de assistir &lt;em&gt;O Labirinto do Fauno&lt;/em&gt; você vai sacar que não foi a toa que o filme ganhou três Oscar e vai sacar porque ele foi aplaudido por 22 minutos após sua exibição em Cannes. E também vai se perguntar se é saudável contar histórias fantásticas ao seu filho na hora de dormir. Medo. Muito medo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R8y4DOkesLI/AAAAAAAAAFE/QPw2qRc573g/s1600-h/3214.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5173712437532078258" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R8y4DOkesLI/AAAAAAAAAFE/QPw2qRc573g/s200/3214.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;O Labirinto do Fauno &lt;/strong&gt;(2006)&lt;br /&gt;Guillermo del Toro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R8y4DOkesLI/AAAAAAAAAFE/QPw2qRc573g/s1600-h/3214.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-9144387952381926118?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/9144387952381926118/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=9144387952381926118' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/9144387952381926118'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/9144387952381926118'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/03/o-conto-de-fadas-na-era-moderna.html' title='O conto de fadas na era moderna'/><author><name>Rodrigo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08450728796404296975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/SLN5TQck8JI/AAAAAAAAAUE/HohOqCEttSU/S220/011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R8y2mukesJI/AAAAAAAAAE0/zunuHknqGfA/s72-c/15869.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-47293297933925136</id><published>2008-02-16T16:10:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:22.830-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Televisão'/><title type='text'>Save the cheerleader. Save the world.</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R7d8tiPY8uI/AAAAAAAAAEc/eaN8n8Lx9nk/s1600-h/heroes.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167736219158246114" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R7d8tiPY8uI/AAAAAAAAAEc/eaN8n8Lx9nk/s320/heroes.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Essa frase, dita por Hiro Nakamura, já se tornou popular o suficiente para que seja reconhecida em qualquer lugar onde ela seja pronunciada. Ela se transformou no slogan da série que se transformou no &lt;em&gt;hype&lt;/em&gt; do momento desde o ano passado: &lt;em&gt;Heroes&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“De onde viemos?”, “Para onde vamos?”, “Será que chegamos ao limite da evolução humana?”, “Será que Darwin ainda está entre nós, gritando?”. Essas são algumas das perguntas que você pode vir a fazer a você mesmo enquanto assiste algum dos 23 episódios da primeira temporada, que terminou aqui no Brasil no final do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série conta a história de pessoas – inicialmente comuns – que se descobrem especiais, como por exemplo, um programador de computador que pode quebrar a barreira espaço/tempo; um enfermeiro que mimetiza habilidades dos outros; e até uma cheerleader gostosa que possui regeneração espontânea. E aos poucos eles descobrem que... precisam salvar o mundo, começando com evitar uma explosão em Nova York. Tá, tá na cara que a primeira impressão é a de que é uma cópia carbono de &lt;em&gt;X-Men&lt;/em&gt;. Mas existem algumas diferenças básicas que diferenciam as duas obras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro, a série não trata seus protagonistas como mutantes. Suas alterações genéticas são consideradas os primeiros indícios da evolução – mostrando que os mais evoluídos é que vão sobreviver [tio Darwin e a seleção natural de novo...]. Segundo, por mais que eles tenham poderes especiais, eles não se intitulam como um grupo sólido de “super–heróis”, como a Liga da Justiça [vixe...], e não usam aqueles collants que todo grupo de super-heróis tem. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167738817613460210" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R7d_EyPY8vI/AAAAAAAAAEk/WK-5ynePMXU/s400/paintingtheexplosionoa7.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;O futuro segundo Isaac Mendez&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;A série sempre tem aquela pergunta que nunca é respondida, como em todas as séries de ficção científica, e também vários misteriozinhos menores que são desvendados a cada página virada. Um dos pontos altos da série são as pinturas de Isaac Mendez, que prevê o futuro. A cada pintura dele, três perguntas surgem na cabeça de quem assiste a série: “Como?”, “Por quê?” e “Quando?”, e talvez seja esse o fio condutor genial da série, aquilo que prende a atenção e garante o retorno do espectador no próximo episódio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra falar a verdade essa série divide muitas opiniões. Há quem a ache sensacional e há também quem a ache pura bobagem ficcional. Mas o lance é que a série não se tornou &lt;em&gt;hype&lt;/em&gt; a toa: ela tem à sua disposição todos os elementos para que isso acontecesse. O único problema, talvez, seja o excesso de personagens sem ter muito o que fazer para o bem da série. Alguns personagens estão interligados de tal maneira que em certos momentos você percebe o excesso e se pergunta: “pra que criaram esse personagem?”, pois eles não fazem a menor falta. Pra quem acompanha, vai aí um exemplo: pra quê serve a família Sanders? Acho bom haver um propósito para a sua existência na segunda temporada, senão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso à parte, Tim Kring [o mestre controlador das marionetes] conduziu com maestria toda a história, revelando seus segredos no momento certo e cometeu um único [e broxante] erro: o último capítulo armou a barraca direitinho pro confronto mais esperado durante toda a primeira temporada da série. E quando rolou, a reação da galera foi uma só: POOOOTZ. E não foi no bom sentido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segunda temporada começou em janeiro no canal pago da Universal e é agora que a gente vai poder conferir se Heroes ainda consegue segurar a peteca lá no alto. Mas é bom lembrar que a [finada] greve dos roteiristas ferrou um pouco com os planos da galera. Só que é bom entender, também, que isso está longe de ser considerado desculpa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R7eApCPY8wI/AAAAAAAAAEs/zn3RBfZqt1o/s1600-h/heroesdvd.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167740539895345922" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R7eApCPY8wI/AAAAAAAAAEs/zn3RBfZqt1o/s200/heroesdvd.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Heroes &lt;/strong&gt;(2006/2007)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Tim Kring&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/o4m_y14CDjc&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/o4m_y14CDjc&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-47293297933925136?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/47293297933925136/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=47293297933925136' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/47293297933925136'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/47293297933925136'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/02/save-cheerleader-save-world.html' title='Save the cheerleader. Save the world.'/><author><name>Rodrigo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08450728796404296975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/SLN5TQck8JI/AAAAAAAAAUE/HohOqCEttSU/S220/011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R7d8tiPY8uI/AAAAAAAAAEc/eaN8n8Lx9nk/s72-c/heroes.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-3967781850474212846</id><published>2008-02-15T15:56:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:22.995-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>A equação do cinema nacional</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R7Yo190Zv5I/AAAAAAAAAGg/qtoCNnekLKY/s1600-h/meu+nome+n%C3%A3o+%C3%A9+johnny.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167362530046754706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R7Yo190Zv5I/AAAAAAAAAGg/qtoCNnekLKY/s400/meu+nome+n%C3%A3o+%C3%A9+johnny.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O filme “Meu nome não é Johnny” é um caso para se pensar. Sucesso de público em 2008 (foi o primeiro filme nacional do ano a alcançar a marca de um milhão de espectadores), levanta questões sobre a produção nacional de filmes. Explico. Orçado em R$ 6 milhões de reais – um padrão alto para as produções nacionais - o roteiro do filme é baseado no livro homônimo de Guilherme Fiúza que conta a história real de João Guilherme Estrella, um rapaz da classe média carioca que “perde o controle” e que, além de consumir, começa a traficar drogas a ponto de se tornar um dos maiores traficantes dos anos 90, no Brasil. João Estrella foi preso e passou dois anos atrás das grades.&lt;br /&gt;Como se pode notar, a trama não é das mais originais - talvez por ser uma realidade presente na agenda diária dos telejornais do país e seguir a mesma linha de produções anteriores (“Cidade de Deus”, “Tropa de Elite”) e atuais (“O Gangster”, atualmente em cartaz). Porém o roteiro batido não é desculpa. Pode-se fazer filmes excelentes sobre qualquer coisa. Tudo depende da execução. E é exatamente nesse ponto que “Meu nome...” peca. É mal executado. Em certos momentos, os diálogos soam artificiais e abusam dos clichês. Frases como “não adianta dar o peixe, tem que ensinar a pescar” e motes batidos como “foi até o inferno, mas voltou” são freqüentes e utilizados, inclusive, no material promocional do filme.&lt;br /&gt;Não chega a cair no pseudo-cinema característico da Globo Filmes, mas se sustenta num pé só. Os clichês cinematográficos também são usados ao extremo com planos e seqüências que remetem a obras melhores e anteriores para representar a fase do consumo de drogas (“Bicho de Sete Cabeças”), do encarceramento (“Quase dois Irmãos” e “Carandiru”) e da porra-louquice (”Cazuza”) do protagonista. O protagonista, aliás, é que carrega o filme nas costas. Selton Mello, sempre excelente, parece não ter conseguido repetir o mesmo desempenho de papéis anteriores, mas mesmo assim proporciona as melhores cenas do filme. A discussão que “Meu nome...” levanta não é a do consumo/tráfico de drogas como pode parecer. Esta discussão, aliás, nem é levada em conta pelo diretor Mauro Lima. Ele deixa evidente que não é esse o objetivo do filme.&lt;br /&gt;O grande ponto de interrogação aqui é: “qual a importância de um filme como este na produção cinematográfica nacional?”. Alguns responderão que ajuda a popularizar o cinema num país que ainda não possui uma indústria de filmes sólida. Outros dirão que é importante para o brasileiro se ver e se reconhecer na tela. Tudo bem, mas qual é o valor do filme enquanto “obra artística”? É difícil compreender, uma vez que filmes como “Santiago” de João Moreira Salles, por exemplo, tenham apenas duas cópias sendo exibidas para um país de quase 180 milhões de pessoas enquanto “Meu nome...” está em praticamente todo o país com um investimento de R$ 6 milhões de reais para produção. Até quando os cineastas nacionais estarão sujeitos a boa vontade do governo e medidas de isenção de impostos para a realização de suas obras? Será que apostar na equação “divertimento fácil + público + bilheteria = consolidação da indústria” é o melhor caminho?“Meu nome não é Johnny” até vale para um momento de descontração. Mas para ser considerado cinema, ainda falta muito. O zoom no rosto de Selton Mello no momento da condenação de seu personagem só comprova isso.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R7Yn2N0Zv4I/AAAAAAAAAGY/W2s2CfNxzkk/s1600-h/meu-nome-nao-johnny.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5167361434830094210" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R7Yn2N0Zv4I/AAAAAAAAAGY/W2s2CfNxzkk/s200/meu-nome-nao-johnny.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;"Meu nome não é Johnny"&lt;/strong&gt; (2008)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dir.: Mauro Lima&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/0uFXVu3lV_c&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/0uFXVu3lV_c&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-3967781850474212846?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/3967781850474212846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=3967781850474212846' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3967781850474212846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3967781850474212846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/02/equao-do-cinema-nacional.html' title='A equação do cinema nacional'/><author><name>Cadu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02942293379451012224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R7Yo190Zv5I/AAAAAAAAAGg/qtoCNnekLKY/s72-c/meu+nome+n%C3%A3o+%C3%A9+johnny.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-6217649674143532902</id><published>2008-02-10T07:53:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:23.477-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e HQs'/><title type='text'>Os primórdios de Kurumada</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165381262820045490" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R68e5CPY8rI/AAAAAAAAAEE/6sBBJe4wW-8/s320/logopequeno.jpg" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Caso você tenha curtido tanto quanto eu o DVD da Saga de Hades – e ficou interessado em saber mais sobre a história de amizade entre Shion e Dohko e a guerra santa anterior a essa, aproveita pra caçar na banca o novo mangá Lost Canvas – que foi lançado no Japão em 2006 - e na minha modesta opinião, um dos melhores do ano passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lost Canvas é um prequel [e o prequel virou moda desde que nosso amigo George Lucas resolveu contar a historinha de Anakin Skywalker, a.k.a Darth Vader] e traz como protagonistas Tenma - o primeiro cavaleiro de Pégaso -, Shion de Áries e Dohko de Libra, e conta a história do envolvimento deles e de outros cavaleiros na guerra santa ocorrida na Europa de 1743. Durante a antiga guerra, o espírito de Hades reencarnou em Aaron [ou Alone], o melhor amigo do cavaleiro de Pégaso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mangá ganhou esse nome em referência à capacidade artística do hospedeiro de Hades, que enquanto pinta um retrato de seu melhor amigo, sai em busca do “vermelho real”, que Aaron diz ser o “vermelho como o dos olhos de Tenma”. Acompanhando a história, aos poucos se percebe o real significado do tal vermelho real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dessa vez, Massami Kurumada [o pai das crianças] resolveu cuidar apenas do argumento do mangá, deixando a arte por conta da mangaka Shiori Teshirogi e é, de longe, um dos maiores destaques, que cria um traço levemente “desencanado” e extremamente estiloso – e ao mesmo tempo, completamente diferente do traço de Kurumada. E na minha modesta opinião, bem mais legal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, Tenma e os antigos cavaleiros de ouro – à exceção, claro, de Shion e Dohko – lembram terrivelmente Seiya e os dourados atuais, que dizem ser um pedido de Kurumada, que acredita no conceito da reencarnação, o que é um tanto broxante, pois seria muito mais interessante conhecer cavaleiros diferentes do que uma réplica dos cavaleiros atuais – cópia inclusive de temperamento. Thumbs down nesse sentido.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165382190532981442" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R68fvCPY8sI/AAAAAAAAAEM/b6DqFhl3l8I/s400/capitulo31.jpg" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Familiar? Isso não é mera coincidência&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Já ouviu Afrodite gritar “Espinho Carmesim”? Ou Máscara da Morte gritar “Acubens”? Ou então Aldebaran gritar “Titan’s Nova”? Pois é, são golpes que ninguém nunca viu na vida, o que nos leva a crer que os antigos dourados tinham um leque muito maior de habilidades do que os dourados atuais. A conclusão é: eles eram muito mais fodões. Thumbs up, aqui!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, tio Kurumada é um mestre. O roteiro dele é ao mesmo tempo igual e diferente a tudo o que é referente a CdZ. Diferente porque ele criou personagens e mundos muito mais complexos, elevando a história a um nível muito mais competente do que os 114 episódios originais do anime. E isso dá a base para os problemas que mais tarde vão ser resolvidos na pancadaria. É um page-turner natural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente ainda não dá pra saber pra onde vai a história, porque ela ainda está saindo lá no Japão – semanalmente na revista Shonen Champion [um capítulo por semana, atualmente no capítulo 71]. Já no Brasil, a Editora JBC está lançando os tankohon, um apanhado X de capítulos. O lançamento é bimestral e o futuro é promissor.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R68gzyPY8tI/AAAAAAAAAEU/g9b1mpJBI5g/s1600-h/lostcanvas_cover.bmp"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165383371648987858" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R68gzyPY8tI/AAAAAAAAAEU/g9b1mpJBI5g/s200/lostcanvas_cover.bmp" border="0" /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Saint Seiya - The Lost Canvas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="right"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Editora JBC&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-6217649674143532902?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/6217649674143532902/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=6217649674143532902' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/6217649674143532902'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/6217649674143532902'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/02/os-primrdios-de-kurumada.html' title='Os primórdios de Kurumada'/><author><name>Rodrigo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08450728796404296975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/SLN5TQck8JI/AAAAAAAAAUE/HohOqCEttSU/S220/011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R68e5CPY8rI/AAAAAAAAAEE/6sBBJe4wW-8/s72-c/logopequeno.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-3698449286953698486</id><published>2008-01-31T17:25:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:23.680-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Música'/><title type='text'>Um epitáfio musicado para Warhol</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R6KFlmzDDOI/AAAAAAAAAGQ/F2aTVcMp8OA/s1600-h/Lou+Reed-Songs+for+Drella-Front.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161835004036320482" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R6KFlmzDDOI/AAAAAAAAAGQ/F2aTVcMp8OA/s400/Lou+Reed-Songs+for+Drella-Front.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Em 1989, Lou Reed resolveu botar as desavenças com John Cale de lado e se uniu ao ex-companheiro de Velvet Underground para um disco. Não, não era a reunião da clássica banda (que chegou a acontecer brevemente em 1993 e 1996). Era para fazer um disco em homenagem ao amigo e ex-empresário/ financiador do VU, o artista plástico Andy Warhol que havia falecido dois anos antes.&lt;br /&gt;Ao lado de Bob Dylan, Lou Reed ocupa o Olimpo na arte da “poesia jornalística” já que suas letras conseguem retratar personagens, situações e o &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeitgeist"&gt;zeitgeist&lt;/a&gt; de uma época tal qual uma reportagem sem deixar de lado o lirismo e a riqueza de vocabulário de um poema. Pode-se dizer que Reed e Dylan são uma espécie de Truman Capote e Tom Wolfe do rock.&lt;br /&gt;Numa descrição rasa “&lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Songs_for_Drella"&gt;Songs For Drella – A Fiction&lt;/a&gt;” poderia ser descrito como uma espécie de ópera-rock minimalista composta apenas de guitarra, piano e &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viola"&gt;viola&lt;/a&gt;. Outros diriam que nada mais é do que um disco-tributo ou um disco-biografia. Na verdade o disco é tudo isso e mais um pouco. Trata-se de um álbum que ora pende para a homenagem, ora para o registro de fases da vida de Warhol, ora para um clima meio “expurgação de demônios” de Lou Reed. Esta última faceta é acentuada se levarmos em conta o relacionamento turbulento entre “biógrafo” e “biografado”. Por mais que Lou Reed diga a torto e a direito que trata-se de um disco-homenagem ficcional, é óbvio que não é bem isso. O adendo no título da obra é mero detalhe.&lt;br /&gt;Esta turbulência entre ambos começou já nos primeiros anos de vida do Velvet Underground quando Warhol (que empresariava o grupo) praticamente obrigou Lou Reed a aceitar o sotaque germânico da cantora Nico no álbum de estréia da banda. Reed nunca foi a favor da idéia, mas acabou cedendo. Aceitou, mas nunca perdoou Warhol por isso.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161832817897966802" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R6KDmWzDDNI/AAAAAAAAAGI/JCIlWfJJev4/s400/drella+%26+lou.bmp" border="0" /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Warhol &amp;amp; Reed: uma relação conturbada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;p align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;À medida que o Velvet ia ganhando respeito e que Lou Reed ganhava fama por si só com sua carreira solo, mais ele esnobava e se distanciava do artista plástico única e exclusivamente com a intenção de provocar ciúmes no instável Warhol.&lt;br /&gt;Apesar da famosa generosidade de Warhol, ele e Lou Reed possuíam traços de personalidade em comum. Ambos são tachados como “amáveis porcos egoístas, egocêntricos e centralizadores” – quem leu “&lt;a href="http://www.lpm.com.br/mate_me.htm"&gt;Mate-me por favor&lt;/a&gt;” ou assistiu a “&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=dofdqP8CaU0"&gt;Factory Girl&lt;/a&gt;” tem uma noção do que estou falando. O ‘Drella’ do título era um apelido de Andy Warhol, um neologismo criado para retratar a personalidade andrógina do artista, uma mistura de Drácula e Cinderella.&lt;br /&gt;“Songs For Drella” tem sim seus momentos ficcionais como prega Lou Reed (talvez quando algumas canções são conduzidas como se o próprio Warhol as estivesse cantando), mas parecem tão reais que é difícil acreditar que sejam 100% inventados. O disco segue uma linha quase cronológica abrindo os trabalhos com a bela “Small Town” em que Lou Reed utiliza brilhantemente sua língua afiada para retratar com uma delicadeza pesada o sentimento de desajuste na traumática infância de Warhol enquanto John Cale utiliza o piano para dar um toque erudito à canção. “De onde veio Picasso? / Não existe Michelangelo vindo de Pittsburgh (...)/ Quando você cresce numa cidade pequena / Com a pele ruim, olhos ruins, gay e gorducho/ as pessoas acham graça de você/ A melhor coisa de uma cidade pequena/ é que você sabe que tem que dar o fora”, diz a letra.&lt;br /&gt;A já citada generosidade de Andy Warhol é retratada em “Open House”, numa referência direta à Factory, o estúdio/ atelier do artista onde qualquer pessoa podia ser uma estrela, ter os seus quinze minutos de fama. Ao mesmo tempo, a fragilidade emocional de Warhol também é citada. “Dou pequenos presentes às pessoas, assim eles se lembrarão de mim”, confessa o artista personificado na voz de Lou Reed.&lt;br /&gt;A importância e poder do dinheiro na arte é o tema central de “Style it Takes” com um belo e irônico jogo de palavras de Reed cantadas por John Cale. “You've got the money, I've got the time/ You want your freedom, make your freedom mine/ (…)'Cause I have the style it takes/ and you know the people it takes”, em inglês mesmo que é para não perder o sentido.&lt;br /&gt;“Work” é uma espécie de conversa entre Reed e Warhol acerca da obsessão deste último pelo trabalho. Já “Trouble With Classicists” trata do preconceito que as obras de Andy sofriam por parte dos mais conservadores. “O problema de um classicista é que ele olha para uma árvore/ Isso é tudo que ele vê/ Ele pinta uma árvore/ O problema de um classicista é que ele olha para o céu/ Ele não pergunta por que/ ele apenas pinta um céu”, alfineta a letra.&lt;br /&gt;A angústia da rejeição de Hollywood pelos filmes “imorais” de Warhol é o tema de “Starlight”. “Faces And Names” versa sobre a insegurança do artista acerca de sua aparência. “Se todos parecessem a mesma pessoa, e todos tivessem o mesmo nome/ Eu não teria inveja de você/ e você não teria inveja de mim”.&lt;br /&gt;Dois terços do disco dedicam-se basicamente a fatos e passagens da vida de Warhol. Mas é nas suas últimas cinco canções que o álbum realmente ganha razão de existir e Lou Reed resolve se desarmar e tocar em temas delicados. Temas como a tentativa de assassinato que Warhol sofreu em 1968 ao levar três tiros de &lt;a href="http://www.imdb.com/name/nm0812640/bio"&gt;Valerie Solanis&lt;/a&gt; – uma feminista radical que participou de alguns de seus filmes e que cometeu o crime sob a alegação de que Warhol “exercia muito controle” sobre sua vida (Lennon /Chapman alguém?). O atentado quase matou Warhol e o deixou com seqüelas (físicas e emocionais) pelo resto da vida.&lt;br /&gt;Em “I Believe”, além de narrar todos os passos de Solanis no dia do crime, o carrancudo Reed ainda faz um mea culpa pelo fato de não ter deixado as picuinhas de lado e não ter ido visitar o amigo no hospital. “Nobody But You” trata do medo e angústia da morte pela qual Warhol passou durante o período pós-atentado – ele sofreu com sangramentos das cicatrizes durante os quase vinte anos de vida posteriores ao ataque.&lt;br /&gt;A música mais impressionante de todo o álbum, entretanto, é “A Dream”, onde John Cale – amparado por um arranjo sombrio, quase fúnebre – lê uma espécie de reflexão de Warhol, já moribundo em seu leito de morte, acerca de sua trajetória pessoal e artística. A “música” termina com Cale suspirando como se estivesse morrendo. Aqui o lado mais assustador do Velvet se faz presente.&lt;br /&gt;Na época do lançamento do disco, muitos pensaram se tratar de partes extraídas de um diário real de Warhol. Lou Reed, no entanto, diz não ser verdade e que foi ele quem inventou o texto. Real ou não, o fato é que no dito cujo vê-se um Warhol ressentido pelo fato de Reed não tê-lo convidado para seu casamento e de sempre ignorá-lo em público. “Eu odeio Lou, de verdade”, diz um Warhol rancoroso. Se terminasse aí o disco já seria merecedor de entrar para a lista de clássicos da música popular do século XX. Porém, Lou Reed ainda consegue surpreender mais uma vez e compõe a mais bela canção do álbum. Em “Hello, It’s Me” ele expurga todos os seus demônios e escreve uma verdadeira carta de amor em primeira pessoa a Warhol, pois segundo explica na canção, os diários de Andy não são um epitáfio digno. Poucas vezes foi possível ver Lou Reed tão dócil como aqui. Aposto que Drella ficaria feliz com a homenagem. Qualquer um ficaria.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="justify"&gt;* &lt;strong&gt;&lt;em&gt;"Songs For Drella"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; - Lou Reed &amp;amp; John Cale (1989)&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Abaixo o vídeo de Reed &amp;amp; Cale tocando "Small Town"&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/O6L0UD_zn4A&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/O6L0UD_zn4A&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-3698449286953698486?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/3698449286953698486/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=3698449286953698486' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3698449286953698486'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3698449286953698486'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/01/um-epitfio-musicado-para-warhol.html' title='Um epitáfio musicado para Warhol'/><author><name>Cadu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02942293379451012224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R6KFlmzDDOI/AAAAAAAAAGQ/F2aTVcMp8OA/s72-c/Lou+Reed-Songs+for+Drella-Front.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-9028359884799985846</id><published>2008-01-28T05:38:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:23.913-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>Cage, pipoca e refrigerante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Depois de sair do cinema fica fácil saber porque &lt;strong&gt;A Lenda do Tesouro Perdido: o Livro dos Segredos&lt;/strong&gt; [&lt;em&gt;National Treasure: The Book of Secrets&lt;/em&gt;, Jon Turteltaub, 2007] se destacou como uma das maiores bilheterias de fim de ano lá nos Estados Unidos: ele consegue ser muito mais bacana do que o original – lançado em 2004 – associado com uma paiera federal. Típico dos filmes pipoca de Jerry Bruckheimer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isso não significa de modo algum que o filme seja ruim. Nada disso. &lt;em&gt;Livro dos Segredos&lt;/em&gt; traz a continuação da história de Ben Gates, vivido por Nicolas Cage, um caçador de tesouros que descobriu um tesouro templário dos maçons no filme original. Nessa parte da história, Cage precisa descobrir o mistério que envolve as 18 páginas desaparecidas do diário de John Wilkes Booth, o assassino do presidente Abraham Lincoln e inocentar um ancestral seu, que foi acusado de ser um dos integrantes do grupo que arquitetou seu assassinato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para isso, além de todo o elenco do filme original, Cage conta com reforços de peso para ajudar a contar essa história ao telespectador: Ed Harris e Helen Mirren se juntam ao time. E nenhum deles perde tempo tentando enganar a platéia – eles estão todos reunidos pra fazer você se divertir sem ter que pensar muito, misturando &lt;em&gt;Indiana Jones&lt;/em&gt; com &lt;em&gt;Missão Impossível&lt;/em&gt;. Fica claro, desde o início, que o filme não é pra ser levado tão a sério. É aí onde a paiera pega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma coisa é você contar uma história sobre segredos da maçonaria – uma sociedade que já é, em sua essência, secreta – [que, a título de curiosidade, são interessantíssimos] e cometer crimes intencionais com base – em sua maioria – na sorte. Isso foi o primeiro filme. Agora, contar essas histórias e cometer crimes intencionais se infiltrando e saindo ilesos de lugares como a Casa Branca, o Palácio de Buckingham ou até mesmo raptar o presidente dos Estados Unidos e fazer tudo isso parecer muito fácil fica complicado. É mole ou quer mais?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160524663395471698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53d1vhUUVI/AAAAAAAAAD0/youfFoo47DI/s400/nationaltreasurebookofsecrets_08.jpg" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Voight, Cage, Mirren e Kruger: só pela diversão&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;Como diria Zé Simão, é mole sim, mas sobe! A história, apesar de paiuda, é totalmente excelente e ainda por cima, os mitos são mostrados na tela como virtualmente possíveis, o que significa que ela te prende do começo até o fim, mesmo sabendo que tudo é potencialmente absurdo. Filme pipoca é assim: uma das coisas mais importantes é o ritmo e a adrenalina. Todo mundo acompanha até o fim sem tirar o olho da tela e no fim ainda acha super bacana. Prova disso foi o cara que sentou na mesma fileira que eu no cinema. O cinema todo escutava ele dar gritos de “U-hu!”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nesse caso a fórmula foi um tanto diferente. Turteltaub mescla de forma bastante eficiente os momentos de adrenalina com ‘comic reliefs’. É isso aí, esse filme é dez vezes mais engraçadinho do que o anterior. E quando eu digo engraçadinho, não significa necessariamente que ele consiga ser engraçado a cada gracinha. Felizmente, não chega a ser grave e você acaba rindo até das piadas mais sem graças, simplesmente pelo prazer de rir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem erros maiores, noves fora, no final das contas &lt;em&gt;Livro dos Segredos&lt;/em&gt; acaba por ser um ótimo divertimento para um final de semana e, também, um blockbuster natural que ainda vai faturar muito por aí. Lembra de pegar pipoca e refrigerante, afinal, onde já se viu filme pipoca sem pipoca? Aproveita, porque acompanha bem.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53e_PhUUWI/AAAAAAAAAD8/7fppsQry4EI/s1600-h/nationaltreasurebookofsecrets_03.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160525926115856738" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53e_PhUUWI/AAAAAAAAAD8/7fppsQry4EI/s200/nationaltreasurebookofsecrets_03.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Lenda do Tesouro Perdido: Livro dos Segredos &lt;/strong&gt;(2007)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jon Turteltaub&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53e_PhUUWI/AAAAAAAAAD8/7fppsQry4EI/s1600-h/nationaltreasurebookofsecrets_03.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53e_PhUUWI/AAAAAAAAAD8/7fppsQry4EI/s1600-h/nationaltreasurebookofsecrets_03.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53e_PhUUWI/AAAAAAAAAD8/7fppsQry4EI/s1600-h/nationaltreasurebookofsecrets_03.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53e_PhUUWI/AAAAAAAAAD8/7fppsQry4EI/s1600-h/nationaltreasurebookofsecrets_03.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/helCPxvbzIc&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/helCPxvbzIc&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-9028359884799985846?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/9028359884799985846/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=9028359884799985846' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/9028359884799985846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/9028359884799985846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/01/cage-pipoca-e-refrigerante.html' title='Cage, pipoca e refrigerante'/><author><name>Rodrigo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08450728796404296975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/SLN5TQck8JI/AAAAAAAAAUE/HohOqCEttSU/S220/011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R53d1vhUUVI/AAAAAAAAAD0/youfFoo47DI/s72-c/nationaltreasurebookofsecrets_08.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-3890924471036093623</id><published>2008-01-27T16:53:00.001-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:24.380-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Livros e HQs'/><title type='text'>De carona em carona</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50np8zp4iI/AAAAAAAAAL4/66qEHWz2AN4/s1600-h/kerouac.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160324349687357986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50np8zp4iI/AAAAAAAAAL4/66qEHWz2AN4/s200/kerouac.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: justify"&gt;Dez anos depois de escrito, On The Road, de Jack Kerouac, finalmente era lançado em 1957. Após sete anos de estrada, Jack só precisou de três semanas, um rolo de papel telex, Charlie Parker na vitrola e boas doses de benzedrina para botar tudo em palavras. O original foi recusado durante anos e Jack só conseguiu que a Viking Press lançasse On The Road com 120 páginas a menos e prejuízos à prosa espontânea de Kerouac. Mesmo assim, On The Road ganhou status de “bíblia da geração beat”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A geração beat nasceu no final da década de 1950 e início da década de 1960 com os escritores Allen Ginsberg, Bill Burrounghs e Jack Kerouac. Os beats não queriam ficar parados, queriam viajar, queriam sexo, drogas e rock and roll, queriam fugir da vidinha quadrada norte-americana pós-guerra. Kerouac tirou a palavra “beat” de “beatitude”, mas logo percebeu que a palavra também tinha tudo a ver com “batida”, “porrada”, “pulsação” e até “exausto” (“beated”), ou seja, ela tinha tudo a ver com a geração inquieta em evidência. Assim, Jack foi considerado o pai da geração beat e On The Road o livro obrigatório para quem quer entender todos os movimentos culturais que vieram depois dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sal Paradise, o alter-ego do autor, é um jovem universitário de Nova Jersey que, após a primeira viagem pelos Estados Unidos, reencontra Dean Moriarty, personagem baseado em Neal Cassidy, um delinqüente juvenil com quem Kerouac trocava cartas. A espontaneidade, a sonoridade e o estilo verborrágico beat do livro são inspirados justamente em Cassidy. Dean é um rebelde porra louca que procura Sal para que este o ensine a escrever, mas é na estrada que a relação de Sal e Dean se constrói. Dean é o tipo de cara que teria o mesmo efeito sobre qualquer tipo de pessoa que conhecesse, ele funciona como a “pilha” Sal. Sua inquietude atordoante e pura é contagiante. Quanto a Sal, ele é exatamente o que qualquer um de nós é: um cara com suas dualidades, preguiças e impulsos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que coloca o livro em evidência na década de 60 é o estilo que Kerouac inaugura. O ritmo frenético da narrativa e a linguagem das ruas e estradas chamam mais atenção do que as personagens. Hoje, não nos causa espanto esse tipo de literatura, mas é exatamente a obra de Kerouac que apresenta essa sonoridade literária ao mundo. A descrição fiel da paisagem suburbana parece complementar a personalidade das personagens que surgem ao longo da estrada. Essa descrição de um ambiente não explorado (nem mesmo por quem fazia parte dele) é outra novidade para a época. Não é à toa que Bob Dylan e Chrissie Hynde fugiram de casa ao ler o livro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On The Road influencia até quem não o leu. Quem admira Jim Morrison ou lê Charles Bukowski está indiretamente ligado a Jack Kerouac e à geração beat. Certamente vai te dar uma vontade louca de botar uma mochila nas costas e ir pelo menos até a esquina depois de ler o livro.&lt;br /&gt;Em 1997, Francis Coppola, detentor dos direitos da obra, anunciou a produção do filme baseado no livro, com Johnny Depp no papel principal e direção de Gus Van Sant. O filme não saiu. Em 2005, Coppola cedeu os direitos a Walter Salles e parece que dessa vez o filme sai.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50nwczp4jI/AAAAAAAAAMA/NbBdms5j8T8/s1600-h/on+the+road+peguin+usa.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160324461356507698" style="FLOAT: right; MARGIN: 0pt 0pt 10px 10px; CURSOR: pointer" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50nwczp4jI/AAAAAAAAAMA/NbBdms5j8T8/s200/on+the+road+peguin+usa.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: right"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;On The Road&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Editora Penguin USA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" style="FONT-WEIGHT: bold" href="http://4.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50n38zp4kI/AAAAAAAAAMI/Q_QUOZeId2E/s1600-h/on+the+road.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5160324590205526594" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; CURSOR: pointer" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50n38zp4kI/AAAAAAAAAMI/Q_QUOZeId2E/s200/on+the+road.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="TEXT-ALIGN: left"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;On The Road - Pé Na Estrada&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Editora L&amp;amp;PM&lt;br /&gt;Tradução de Eduardo Bueno&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-3890924471036093623?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/3890924471036093623/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=3890924471036093623' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3890924471036093623'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3890924471036093623'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/01/de-carona-em-carona.html' title='De carona em carona'/><author><name>Marina Xisto</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='//lh3.googleusercontent.com/-_ca1_izstm8/AAAAAAAAAAI/AAAAAAAADJ4/Yb8PvUAfvVE/s512-c/photo.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Jqg3bsb-x8I/R50np8zp4iI/AAAAAAAAAL4/66qEHWz2AN4/s72-c/kerouac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-6304116994265737029</id><published>2008-01-24T14:04:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:24.613-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>James Bond às avessas</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5lAI_hUUTI/AAAAAAAAADk/3Y-a8btoUA8/s1600-h/jc1.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159225371363922226" style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5lAI_hUUTI/AAAAAAAAADk/3Y-a8btoUA8/s200/jc1.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="font-family:verdana;"&gt;“Constantine. John Constantine, asshole!”. Ele não é nenhum agente secreto, mas é assim que John Constantine – personagem de histórias em quadrinhos criado por Garth Ennis – se apresenta a seus inimigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é inglês, louro e tem olhos azuis – e há quem diga que o personagem foi feito sob medida para ser interpretado pelo cantor Sting, mas nessa adaptação da HQ &lt;em&gt;Hellblazer&lt;/em&gt;, &lt;strong&gt;Constantine&lt;/strong&gt; [&lt;em&gt;Constantine&lt;/em&gt;, Francis Lawrence, 2005] é americano, moreno e de olhos castanhos, interpretado por Keanu Reeves. Já sei, já sei... quem é fã xiita com certeza vai passar longe do filme... só que é exatamente a interpretação dele que dá ao personagem uma espécie de liberdade. Ele se sente à vontade em sua arrogância, manias e gestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é que deu certo? Constantine é um anti-herói e um egoísta completo que enxerga anjos e demônios em nosso plano espiritual, mas está condenado a morrer, por conta de um câncer fodido no pulmão, e a ir para o inferno, por ser considerado um suicida – um pecado mortal aos olhos do tio lá de cima. E o lance aqui é que ele precisa ajudar uma detetive a resolver o caso do suicídio de sua irmã gêmea – e se vê no meio de uma guerra entre Deus e o Diabo. Vixe...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só que Constantine não está nem aí, afinal, isso não é novidade pra ele – o que realmente importa para ele é salvar a própria pele e deixar esse lance de salvar o mundo pra heróis de verdade como o James Bond [tsc...]. O problema é que está na hora do “Tio Lu” vir buscar a alma do rapaz. E ele está prestes a descobrir o que vai acontecer com ele caso ele tente pular fora dessa vez.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159175923405443346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5kTKvhUURI/AAAAAAAAADU/PtxSAyyLUCc/s320/inferno2.bmp" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;O inferno é aqui, amigo. UIA.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;O filme mexe, em sua essência, com um tema bastante delicado: a questão da religião, espiritualidade... e todo mundo conhece aquele ditado “Mulher, futebol e religião não se discutem”, mas Francis Lawrence o faz com muita competência, mostrando um respeito total a muitas das religiões mostradas no filme – enchendo a tela de anjos e demônios, tão normais que poderiam ser qualquer um de nós e mostrando que o Inferno fica logo ali...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ele também é eficiente o suficiente no quesito charme – afinal de contas, não é fácil adaptar uma história originalmente feita para acontecer em Londres, se passar em Los Angeles. Mas isso mal se nota pois o diretor faz uso inteligente do fator noite, [o filme é 90% filmado durante a noite] também apelando para todas aquelas mitologias sobrenaturais a respeito da própria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Constantine é também – literalmente – um destruidor de dogmas e clichês. Aqui os anjinhos têm asas, mas isso não significa que eles são naturalmente bonzinhos, como diz a lenda. Sabia, por acaso, que o diabo também teve um filho? Mas Jesus nem dá as caras por aqui. E a Bíblia lá de baixo, conhece? Pois bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o maior destaque do filme está – talvez – nas seqüências finais. Ela foge completamente de tudo aquilo que pode ser considerado ‘clichê’. Mas isso, quem vai descobrir é você depois de conferir o filme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme é surpreendente em vários aspectos. Além disso, existem filmes que são adaptados de histórias em quadrinhos e livros e que são um desastre. Neste caso, mesmo o filme não sendo aquilo o que os fãs mais xiitas queriam, caso você nunca tenha lido uma página de Hellblazer pode se sentir compelido a começar a lê-la. Aconteceu comigo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5kUWfhUUSI/AAAAAAAAADc/VzFX9PISMME/s1600-h/constantine.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5159177224780534050" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5kUWfhUUSI/AAAAAAAAADc/VzFX9PISMME/s200/constantine.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Constantine &lt;/strong&gt;(2005)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;Francis Lawrence&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5kUWfhUUSI/AAAAAAAAADc/VzFX9PISMME/s1600-h/constantine.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5kUWfhUUSI/AAAAAAAAADc/VzFX9PISMME/s1600-h/constantine.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5kUWfhUUSI/AAAAAAAAADc/VzFX9PISMME/s1600-h/constantine.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/W9PKmPGOnBQ&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/W9PKmPGOnBQ&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-6304116994265737029?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/6304116994265737029/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=6304116994265737029' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/6304116994265737029'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/6304116994265737029'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/01/james-bond-s-avessas.html' title='James Bond às avessas'/><author><name>Rodrigo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08450728796404296975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/SLN5TQck8JI/AAAAAAAAAUE/HohOqCEttSU/S220/011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5lAI_hUUTI/AAAAAAAAADk/3Y-a8btoUA8/s72-c/jc1.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-2986920344105977893</id><published>2008-01-21T06:32:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:25.044-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Televisão'/><title type='text'>O último esforço</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="font-family:Verdana;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157938382638926002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5StoY6LyLI/AAAAAAAAACs/BoMHx7hIxW8/s320/crea_fotoCATLUMCY.gif" border="0" /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;font-size:78%;"&gt;&lt;em&gt;Ainda dá tempo pra um último esforço&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5Sv8Y6LyMI/AAAAAAAAAC0/MDyZWp-3eFI/s1600-h/crea_foto[1].jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Desde 1997, quando foi ao ar o último episódio de Os Cavaleiros do Zodíaco, os fãs foram completamente abandonados com aquela sensação de que faltava alguma coisa. E faltava mesmo. Faltava uma saga inteira que ainda não tinha sido adaptada para a TV. A pergunta era exatamente esperar até quando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A espera acabou em 2002, quando a Toei, responsável pela adaptação, liberou os primeiros 13 episódios da última saga, &lt;em&gt;Hades&lt;/em&gt;, que na realidade só chegou por aqui lá pelo final de 2005 – mas vamos ser sinceros que a galera correu pra internet e arrumou tudo por lá antes disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa nova saga é dividida em três partes: &lt;em&gt;Santuário&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;Inferno&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;Elísios&lt;/em&gt;, nos apresentando – além de personagens novos – elementos antigos que são colocados a um novo e eficiente uso. Acompanha...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hades&lt;/em&gt; nos solta pouco depois da derrota de Poseidon como se estivéssemos em uma outra dimensão: os cavaleiros de bronze são personas non gratas no Santuário sob o risco de morte caso apareçam por lá. Eis que cavaleiros que há muito estavam mortos retornam a vida. E eles querem a cabeça de Atena! Sabendo disso, Seiya e seus companheiros entram de gatunos no local e se vêem no meio de uma guerra santa entre a deusa e Hades, o senhor dos infernos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hades&lt;/em&gt; consegue melhorar aquilo que já era considerado bom antes: os animadores, sabendo do sucesso que a série tinha se tornado, capricharam até o último detalhe, usando até alguns toques de CG, o que ajudou para dar mais exuberância visual; a história é elevada a tal nível nos quesitos mitologia, drama e sacrifício que ela independe das pancadarias para ser considerada “muito boa”. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157941354756294866" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 238px; CURSOR: hand; HEIGHT: 156px; TEXT-ALIGN: center" height="171" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SwVY6LyNI/AAAAAAAAAC8/2li6mfI_OAk/s200/crea_foto%5B1%5D.jpg" width="251" border="0" /&gt; &lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Mu de Áries quebrando o pau. Vixe.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqueles que acompanharam a série integralmente vão se espantar com alguns detalhes que elevam Hades do patamar “muito bom” para o “sensacional”, mas é claro que essa saga, composta por 25 episódios – por enquanto – também pode ser vista independentemente sem muitos problemas graças ao sistema de flashbacks usado durante o decorrer da história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na segunda parte da saga, &lt;em&gt;Inferno&lt;/em&gt; [episódios 14 a 25] a história perde o gás e a adrenalina que&lt;em&gt; Santuário&lt;/em&gt;, os primeiros 13 episódios, tinha e entra em uma jornada interior um tanto maçante no começo, mas ela recupera o fôlego – gradualmente – do meio para o final, fechando essa fase com uma cena que pode ser considerada antológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra coisa que – infelizmente – pode ser considerado um ponto “fraco” da fase Inferno é a dublagem, que nessa fase mudou de estúdio [passou da Álamo para a Dubrasil] e alguns dubladores desistiram do projeto, por motivos diversos – o que pode causar estranhamento em alguns casos – mas o mais importante é mesmo a história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, a terceira parte da saga, &lt;em&gt;Elísios&lt;/em&gt;, - a última parte da última saga dos Cavaleiros, aquele "último esforço" - ainda está em produção lá na terra do sol nascente. E eles vão sair por lá – sempre em pares – entre março e agosto desse ano. E não chora não, ainda dá tempo de gritar “Meteoro de Pégaso” mais uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thumbs up!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SxvY6LyOI/AAAAAAAAADE/4dYADvFsvYU/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157942900944521442" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SxvY6LyOI/AAAAAAAAADE/4dYADvFsvYU/s200/untitled.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Cavaleiros do Zodíaco: Hades &lt;/strong&gt;(2002)&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Massami Kurumada / Shingo Araki&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SxvY6LyOI/AAAAAAAAADE/4dYADvFsvYU/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SxvY6LyOI/AAAAAAAAADE/4dYADvFsvYU/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SxvY6LyOI/AAAAAAAAADE/4dYADvFsvYU/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5SxvY6LyOI/AAAAAAAAADE/4dYADvFsvYU/s1600-h/untitled.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/oR7zMVu1wpM&amp;amp;rel=" width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-2986920344105977893?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/2986920344105977893/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=2986920344105977893' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/2986920344105977893'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/2986920344105977893'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/01/o-ltimo-esforo.html' title='O último esforço'/><author><name>Rodrigo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08450728796404296975</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/SLN5TQck8JI/AAAAAAAAAUE/HohOqCEttSU/S220/011.JPG'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_T9tEku7KwTc/R5StoY6LyLI/AAAAAAAAACs/BoMHx7hIxW8/s72-c/crea_fotoCATLUMCY.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3404097294489034396.post-3181174782067317408</id><published>2008-01-20T13:06:00.000-08:00</published><updated>2008-11-18T20:45:25.571-08:00</updated><category scheme='http://www.blogger.com/atom/ns#' term='Cinema'/><title type='text'>O Homem enquanto ser questionador</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R5O4qKufuXI/AAAAAAAAAFg/SUpqsAjEUTo/s1600-h/setimo_selo02.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157669032842738034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R5O4qKufuXI/AAAAAAAAAFg/SUpqsAjEUTo/s400/setimo_selo02.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align="justify"&gt;“Será que é tão inconcebível assim tentar compreender Deus? Porque Ele se esconde em promessas e milagres que não vemos? Como podemos ter fé se não temos fé em nós mesmos? O que acontecerá com aqueles que não querem ter fé ou não a têm? Por que Ele vive em mim de forma tão humilhante apesar de amaldiçoá-lo e tentar tirá-lo do meu coração? Por que apesar de Ele ser uma falsa realidade eu não consigo ficar livre?”. Essas são apenas algumas questões levantadas por Antonius Block no filme “O Sétimo Selo”. Antonius é um cavaleiro medieval que retorna à Suécia, sua terra natal, após servir ao exército nas Cruzadas. Aterrorizado pela guerra, ele entra em crise existencial já que os anos dedicados à batalha de nada serviram (as Cruzadas tinham como objetivo reunificar o Cristianismo e colocar Jerusalém novamente sob comando dos cristãos). Busca um sentido na vida, enfim.&lt;br /&gt;O filme começa com Antonius acordando numa praia pedregosa ao lado de seu fiel companheiro de batalha. Após fazer o ritual matutino, eis que surge um homem branco, pálido ao extremo, sem nenhum pêlo no corpo e todo trajado em preto. “Quem é você?”, indaga o cavaleiro. “Sou a Morte”, responde o intruso. “Venho te acompanhando há muito tempo”, completa. Ela então abre os braços como se convidasse Antonius para um passeio sem volta. Apesar da revelação assustadora o cavaleiro não se mostra nem um pouco surpreso e desafia a Morte para uma partida de xadrez. Se ela vencer pode levá-lo consigo, caso contrário deixará o cavaleiro em paz.&lt;br /&gt;Filme com enredo tão genial dificilmente seria feito nos dias de hoje, imagine então o alvoroço causado em 1956, ano em que o sueco Ingmar Bergman realizou esta obra-prima do cinema. Aliás, o cenário cinematográfico da época também era muito semelhante ao dos dias atuais. Eram poucos os que realmente faziam filmes com a intenção de criar uma obra de arte e não mero divertimento para as massas. Bergman foi além e criou um cinema de sondagem psicológica. Talvez tenha sido um dos primeiros cineastas – senão o primeiro – a tratar temas como Deus, religião, amor e morte de forma profundamente reflexiva adotando pensamentos filosóficos. Isso praticamente não existia até então. Quem quisesse se aprofundar na substância do pensamento buscava um livro e não um filme. “O Sétimo Selo” vem para, de certa forma, consolidar a sociedade pós-literária.&lt;br /&gt;Esse viés questionador de Bergman talvez possa ser explicado pelo passado do diretor. Filho de pastor luterano, ele teve uma infância difícil e rígida marcada por diversos traumas físicos e psicológicos. E isso, obviamente, refletiu diretamente em sua obra. À época em que o filme foi lançado, a Europa vivia a tensão da Guerra Fria e sob o temor de a qualquer momento o mundo ser destruído por uma bomba atômica. Sagazmente, Bergman optou por ambientar o filme na Idade Média, período em que a Europa passava por maus bocados com a falência do Cristianismo e era assolada pela Peste Negra. O título do filme é tirado de uma passagem bíblica do “Livro das Revelações” em que é revelado nada mais nada menos do que o Apocalipse.&lt;/div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157669423684761986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R5O5A6ufuYI/AAAAAAAAAFo/QQHTE-bgRK0/s400/o-setimo-selo+(xadrez).jpg" border="0" /&gt; &lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;A clássica cena do jogo de xadrez com a morte&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Essa idéia de caos é retratada na tela pela bela fotografia em preto e branco (Bergman seguiu na contramão da maioria dos cineastas da época que haviam se encantado com a nova tecnologia Technicolor) e pela forma como o diretor retrata o período. Um bom exemplo disso é quando um grupo de atores saltimbancos encena uma peça num vilarejo e todas as pessoas estão se divertindo alegres e sorridentes. Ao passo em que uma procissão aterrorizante chega com pessoas se auto-flagelando e idosos destruídos pela peste, a alegria nos rostos do público dá lugar à angústia e ao desespero.&lt;br /&gt;O filme lida com estes sentimentos no decorrer de praticamente todos os seus 100 minutos de duração. Mais do que o sentido da vida, o cavaleiro Antonius Block (alter ego do diretor) busca saber qual o sentido da morte. Para isso, não se furta em tentar salvar uma linda jovem que está sendo levada à fogueira pela tal procissão acusada de bruxaria e de ter relações sexuais com o diabo. O pensamento de Block faz sentido, pois o Diabo talvez seja quem mais contato tenha com Deus. Para tentar prolongar a sua busca por uma prova da existência de Deus, do sentido da vida ou da morte, Block vai tenta adiar cada vez mais o xeque-mate inevitável de sua partida de xadrez. Enquanto isso, a Morte vai tratando de confundir ainda mais a cabeça do cavaleiro atormentado. Respostas emblemáticas como, por exemplo, “não há respostas” ou “talvez não haja ninguém” - quando indagada sobre o porquê de Deus não se manifestar - são recorrentes.&lt;br /&gt;Apesar do tema pesado, o filme em momento algum cai na chatice e por vezes chega a ter momentos cômicos como quando a Morte cerra uma árvore para dar fim à vida de um dos atores saltimbancos. Além de implacável, a morte também é traiçoeira.&lt;br /&gt;Na cena final do filme, Bergman acena para a esperança. Não quero revelar aqui quem sobrevive a essa caçada da Morte, mas pode-se dizer que o diretor deixa como única opção de salvação a vida através da arte, pois tudo morre, mas a obra fica. “O Sétimo Selo”, sem dúvida, é um filme mais que fundamental para quem aprecia cinema em sua forma mais pura e genial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R5O57KufuaI/AAAAAAAAAF4/nMmVBCJoYdI/s1600-h/setimo+selo_dvd_189g.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5157670424412141986" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R5O57KufuaI/AAAAAAAAAF4/nMmVBCJoYdI/s200/setimo+selo_dvd_189g.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;“O Sétimo Selo”,&lt;/strong&gt; (1956)&lt;br /&gt;Dir.: Ingmar Bergman&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/4e-X2fk_N5g&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/4e-X2fk_N5g&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/3404097294489034396-3181174782067317408?l=papelmoderno.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://papelmoderno.blogspot.com/feeds/3181174782067317408/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=3404097294489034396&amp;postID=3181174782067317408' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3181174782067317408'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3404097294489034396/posts/default/3181174782067317408'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://papelmoderno.blogspot.com/2008/01/o-homem-enquanto-ser-questionador.html' title='O Homem enquanto ser questionador'/><author><name>Cadu</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02942293379451012224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_DzA2lyYDqvQ/R5O4qKufuXI/AAAAAAAAAFg/SUpqsAjEUTo/s72-c/setimo_selo02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
